Sentado num banco qualquer do lago da cidade, feliz e com o
dia ganho, pois ter cinco aulas vagas não é qualquer dia que se encontra;
apesar de ter apenas uma aula, e esse única aula ser de uma professora chata,
vale apena, porque uma notícia dessas faz qualquer professora chata ser um
pouquinho legal, pois tu sabes que ira embora depois. E pra ficar melhor ainda,
ao lado da escola tem o lago da cidade.
Eu e o Danilo saímos muito felizes, e fomos à conquista do
banco, não lutamos tanto, pois era apenas a nossa sala que foi dispensada,
então não tinha muita gente para as disputas dos bancos; (quem chegar primeiro
conquista o banco). Como ainda estava de manhã, e tinha chovido a noite toda,
ainda estava um friozinho; então ficamos lá curtindo os ventos frios e as
brisas que eram constantes.
Observando as pessoas, um lado era as meninas dançando, e do
outro uns moleques “abestados” querendo chamar atenção das meninas, sendo
idiotas; mas com a brisa batendo, nem se importávamos, mas quando de repente,
lá na ponta da estrada, vem ele, andando todo no estilo caubói, o “finado”
Michael, ele nos avista e com seu bordão fala:
- “DIAANGA”.
Um bordão usado por poucos. As horas passando, a brisa ainda
batendo, e nós lá, conversando, e o Michael vai embora, então passa um amigo
dele e fala pra ele subi na carroceria, mas como o carro estava sendo puxando
por outro, ele não poderia para, e ele foi correndo, tentou pular e não conseguiu,
quase caiu, mas com seu extinto de caubói, não desistiu, ele então conseguiu
subir no carro, e um ralado ele conseguiu também.
Olhamos no relógio e vimos que era quase 11 horas, ficamos
espantados, pois ficamos sentados mais de 3 horas, nem percebemos, pois aquela
brisa estava boa de mais pra se preocupar ir pra casa. Esperamos o dar às 11
horas e esperamos o Elison e o Gustavo, pra comer aquele pão-de-queijo, mas
infelizmente ninguém tinha dinheiro. Mas isso não nos desanimou, pois
pão-de-queijo tem todos os dias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário